Costume é costume. Inevitável, mesmo para os céticos de toda a ordem, que sejam formuladas listas e mais listas de boas intenções para o ano vindouro. Alguns dos itens são arroz de festa, outros nem tanto. Encontrar um tempo para praticar uma atividade esportiva, aderir a uma causa nobre, economizar, nem que seja alguns trocados por mês, assumir um humor diferente, comprar um carro, pode até ser um usadinho, em bom estado, evidentemente.
O certo é que ninguém escapa da tentação de planejar algumas coisas para o ano que vem. O fechamento de um ciclo e a abertura de um novo nos impulsiona, nos dá coragem para realizar um balanço de nossas vidas. E isto, convenhamos, é muito bom. Raramente temos momentos de análise verdadeira sobre o caminho que estamos trilhando. Poucas são as oportunidades que se apresentam mais adequadas para planejar mudanças. Mais raros, ainda, os momentos em que paramos e chegamos à conclusão de que há mudanças por fazer.







