Para muitos, o Verão é a estação da liberdade, da inventividade, da criatividade. A incidência solar anima. A alegria é a tônica no sul do Equador. Surgem as modinhas, os amores casuais, as relações que duram até o fim da temporada. É quase um tempo sem compromisso. Não é para menos que o pior dos cardápios televisivos, o BBB da Globo, invade e devasta a programação. Nos últimos tempos, porém, têm residido justamente neste período os maiores desastres relacionados à convivência entre humanos e natureza.
O Rio de Janeiro, cartão postal da humanidade, é a grande vítima daquilo que se convencionou chamar de "fúria da natureza". A região serrana carioca contabiliza o desastre. Correntezas de águas e de lama transformam o cenário por onde passam. Antes uma pousada paradisíaca, onde imperava a alegria de turistas, hoje um monturro. Ferros retorcidos, vidas consumidas.







