"O grande desafio é saber o que importa neste entulho de coisas. O que se faz com tanta informação? Para quê tanta opinião? E o que o indivíduo realmente ganha em acompanhar tanta notícia, tanta novidade?"
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Os dias atuais escondem um desafio inimaginável. Lá nos anos 90, pensadores pregavam que a informação seria a base do futuro. Quem tivesse informação estaria incluído nos novos tempos. Os outros, desinformados, seriam ultrapassados como carroças puxadas por cavalos magros numa estrada asfaltada onde velocíssimos veículos passam sem ao menos levar em conta as placas que anunciam velocidade máxima em 110 km/h.
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Os dias atuais escondem um desafio inimaginável. Lá nos anos 90, pensadores pregavam que a informação seria a base do futuro. Quem tivesse informação estaria incluído nos novos tempos. Os outros, desinformados, seriam ultrapassados como carroças puxadas por cavalos magros numa estrada asfaltada onde velocíssimos veículos passam sem ao menos levar em conta as placas que anunciam velocidade máxima em 110 km/h.
Meia
verdade. A realidade atual é do indivíduo multiconectado: celulares, sites de notícias,
televisão, rádio, canais de vídeos, aplicativos e mais aplicativos geram uma
atualização simultânea sobre o que está acontecendo no mundo neste exato
instante. O tempo em Jacarta, a cotação do dólar, a produção agrícola na china,
a bolsa de não sei aonde. É possível saber de tudo. Tudo mesmo. E na hora que
se quer.






